quinta-feira, 17 de maio de 2018

Diferença entre brinquedos educativos e pedagógicos



Sabemos que brincar é fundamental para o desenvolvimento infantil. Nessa atividade, as crianças exercitam e ampliam suas habilidades emocionais, intelectuais, motoras e sociais. As dimensões permitidas nas brincadeiras incentivam a imaginação e a fantasia, além de explorarem sentimentos, reações e experiências. As crianças também desenvolvem a parte física com um todo, ganhando força, agilidade e desenvoltura.

O brinquedo tem um papel importante nesse processo, pois é um convite à própria brincadeira, tornando-a mais completa, produtiva, divertida e, muitas vezes, transformando essa experiência em uma simulação suave da vida adulta.

É nesse contexto que os brinquedos educativos e pedagógicos entram, para deixar as atividades ainda mais objetivas e proveitosas. Entretanto, vale a pena lembrar que eles possuem funções diferentes, apesar de serem confundidos com frequência.

Entenda a diferença entre brinquedos educativos e pedagógicos e saiba como você pode fazer com que cada brincadeira fique ainda mais interessante. Confira!

Quais são os conceitos?

Para você entender melhor sobre esses brinquedos, é importante se atentar a alguns conceitos. Podemos dizer que toda a experiência de brincar pode ser educativa, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento e para a construção de habilidades nas crianças.

Brincadeiras ao ar livre , piqueniques, visitas ao zoológico, idas ao cinema, convívio com amigos e familiares, entre outros entretenimentos, devem fazer parte da rotina dos pequenos sem a exigência de roteiros predeterminados.

A contribuição pedagógica, por sua vez, tem objetivos mais claros, e é destinada ao aprendizado específico de determinados conteúdos. São práticas elaboradas e regradas, que também trabalham a disciplina e a organização.

É comum brinquedos educativos e pedagógicos se misturarem, a fim de propiciar diferentes vivências às crianças, tornando as experiências mais ricas e o aprendizado mais divertido.

Brinquedos educativos

Os brinquedos educativos são aqueles que permitem que a criança explore as possibilidades, sem interferências externas, de uma forma livre e com poucas regras.

A criança é capaz de estimular habilidades como raciocínio e coordenação motora, além de desenvolver a percepção de cores, formatos e sons. A presença de um adulto é sempre bem-vinda, mas nesse caso, fica em segundo plano.

São bons exemplos:



Brinquedo pedagógico

Os brinquedos pedagógicos pedem a presença e o direcionamento de um adulto — por isso são muito comuns em escolas. São jogos que demandam explicações, orientações de como brincar e interagir. Existem regras mais claras, e as crianças são conduzidas à brincadeira.

São bons exemplos:


Por qual optar?

Ambos podem ser usados em casa ou no ambiente escolar, bastando ter cuidado em relação à indicação etária. Para escolher entre um brinquedo educativo ou um brinquedo pedagógico, os pais precisam apenas definir o objetivo que querem atingir: desenvolver habilidades ou reforçar conteúdos.

O mais importante é compreender que o aprendizado não se limita apenas à escola. Todos nós aprendemos constantemente, por meio de informações que recebemos diariamente, fatos que presenciamos ou experiências que vivemos. Com as crianças, acontece exatamente a mesma coisa, só que elas estão em fase de formação e de construção de ideais.

Por isso, é essencial promover diferentes contatos e situações, como conviver com amigos e aprender a compartilhar, explorar parques, praças e praias, ter contato com a natureza, experimentar novos sabores, conhecer diferentes cheiros e texturas, ouvir e contar histórias, fantasiar e, principalmente, se divertir. Tudo isso colabora muito para o crescimento adequado e saudável das crianças.

Quais brinquedos são recomendados para cada faixa etária?
Agora que você entendeu as diferenças, deve estar se perguntando quais são os brinquedos recomendados para cada idade, certo? Calma! Nós vamos te ajudar.

De 0 a 5 meses

Nessa fase, a criança começa a reagir a sons, ao movimento (seguindo-os com os olhos), a reconhecer os pais e a colocar vários objetos na boca. Portanto, os brinquedos indicados são:


De 6 meses a 1 ano

Nessa fase, começa o reconhecimento das cores. É a partir dos seis meses, também, que as crianças precisam receber incentivo para engatinhar e sentar. São recomendados para essa fase:

* Brinquedos flutuantes (pois incentivam a criança e ficar sentada na hora do banho)

De 1 a 2 anos

Essa é a fase de aprimoramento do equilíbrio e também da percepção das espacialidades. São recomendados:


Não se esqueça de escolher brinquedos com cores vivas!

De 2 a 3 anos

Nessa fase, as crianças reconhecem cores primárias e formatos. Portanto, recomenda-se:

Ah! Esse já é o momento de ensinar a criança a recolher e organizar os brinquedos.

De 3 a 4 anos

Essa é uma fase de aperfeiçoamento das diversas habilidades: coordenação motora, fala, memória e o raciocínio. Nessa idade, a criança também consegue entender causa e consequência. Assim, são recomendados:

* Massinha de modelar, tintas a base de água e giz de cera
* Máscaras, fantoches e fantasias
* Instrumentos musicais de brinquedo
* Quebra-cabeças simples
* Papéis para desenhar

De 4 a 6 anos

Nessa fase, a criança está desenvolvendo a criatividade. Então, é importante que ela seja estimulada a pensar e a entrar no mundo da fantasia. São bons exemplos de brinquedos que podem auxiliar:

* Cofrinhos
* Casas de boneca grandes e com móveis
* Cidadezinhas
* Mini fazendinhas
* Materiais de papelaria
* Meios de transporte (aviões, motos, trens, barcos, caminhões, automóveis e tratores)
* Instrumentos musicais
* Jogos de tabuleiro

Essa é a idade em que a criança começa a sentir os chamados medos infantis (medo do bicho papão, do escuro, de bruxas, etc). Assim, é recomendável que ela tenha os objetos transicionais, como bonecas ou ursinhos de pelúcia.

Acima de 6 anos

Os brinquedos dessa fase devem estimular o raciocínio lógico e matemático, a imaginação e a criatividade. Assim recomendamos:

* Bolinhas de gude
* Pipas (ou papagaio)
* Argila para modelar
* Pincel
* Brinquedos que simulem artigos de mágica
* Bicicletas, patins, patinetes e skates
* Jogos de memória
* Futebol de botão
* Brinquedos colecionáveis
* Jogos de cartas
* Pistas de carrinhos
* Quebra-cabeças mais elaborados

Fonte:http://blog.abaratadizqtem.com.br/entenda-a-diferenca-entre-brinquedos-educativos-e-pedagogicos/




 Sugestões de leitura: 
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Esta obra pretende ser um estímulo para os profissionais que buscam fundamentar seu trabalho diário em ideias sobre jogos, brinquedos, brincadeiras, brinquedoteca e educação. As sugestões de jogos, brincadeiras e montagem de brinquedoteca, que constituem uma parte desta obra, vêm de encontro com a ideia de que o ensino deve ser despertado pelo interesse do aluno, motivo este que modificou o sentido do que se entende por processo de ensino e de aprendizagem.




A coletânea de artigos que incorpora o livro mostra como o brincar surge ao longo da história da humanidade relacionado à criança e à educação.













O livro trata de concepções sobre o brincar provenientes de três campos de estudo: socioculturais, filosóficos e psicológicos. Pesquisadores franceses discutem o brincar como fenômeno cultural e ressaltam aspectos culturais expressos nos "livros-surpresa".

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Conheça sites para comprar, vender ou trocar livros usados




Livros nem sempre são baratos e alguns deles são difíceis até de achar. Quem precisa de um exemplar raro, ou uma obra de estudos mais barata, sabe que pode recorrer a uma livraria sebo. Com a expansão da internet, ficou mais fácil encontrar e adquirir uma obra rara e até mais em conta através do ambiente virtual. Existe uma série de sites que permitem a compra, venda ou trocas de livros. 




Resenha do livro “A ALEGRIA DE ENSINAR” - Rubem Alves


"Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais..." Rubem Alves

      Esta obra, segundo o autor nos mostra que é o professor que deve em primeiro lugar levar a alegria ao aluno, mesmo que diante dos mais variados tipos de problemas, devendo enfrentá-los de forma encorajada e ensinar de forma sempre alegre e divertida usando do lúdico a todo instante, mostrando o quanto é prazeroso aprender e descobrir o novo em uma sala de aula que seja acolhedora e colorida como um imenso jardim, dando-lhes segurança para que possam melhor desenvolver o aprendizado.

     Se a educação que recebemos na escola é para tirarmos boas notas, passarmos de ano e assim conseguirmos um bom emprego esta é a cultura do status social, que estamos acostumados e não a do conhecimento ampliado. O foco de aprendizagem é limitado a repetir o que se é ensinado, sendo o correto que o aluno fosse instigado e lançado para o conhecimento com segurança e amparado, trazendo de certa forma bons resultados. É dever de professor tentar entender as diferentes situações e conduzir o aluno, despertando o interesse e a curiosidade para que se descubra algo novo, pois as coisas não devem sempre ser levadas tão a serio ou de forma autoritária, é preciso que se brinque de forma ordeira depende dele a construção e a continuação dos sonhos destes alunos.

     Ensinar, mas ensinar com alegria, Rubem Alves mostra em sua obra que a alegria esta acima do ensinar e o lúdico é o principal caminho do conhecimento e não nos deixa esquecer o que somos. Fica assim claro que a função do ensinar é um exercício imortal. É através do conhecimento que se vive eternamente o pensamento nunca acaba e não morre jamais estando sempre presente no pensamento daqueles que um dia foi ensinado por nós, e assim seremos eternos, seremos para sempre lembrados por aqueles que um dia ensinamos com alegria.

     O professor que se deixa levar pelos sonhos dos alunos faz com que estes sejam levados a um aprender democrático onde todo tem o direito de sonhar e serem conduzidos com alegria às mudanças e ao despertar as curiosidades em descobrir coisas novas. Rubem Alves diz ainda que é preciso brincar mais deixando de lado o autoritarismo, permitindo que através dos sonhos haja a verdadeira construção do saber. Hoje nas escolas não se partilha os sonhos dos alunos, quando um deles esta com dificuldade dizem que o aluno é indisciplinado, esquecendo-se que todos já fomos crianças e que elas vivem de sonhos, e que às vezes são capazes de fazer algo tão maravilhoso dignas de elogio, mas querem impor na forma de aprender onde a alegria em aprender e o sonho não esta presente. Esta escola não é um lugar de alegria ou sonhos parece um lugar onde tudo isto é deixado de lado e deve ser esquecido para que outros conhecimentos sejam adquiridos. Quando o aluno chega à escola o medo entra em sua mente o professor entra em sua vida com suas perfeições quase perfeitas arranca-lhe do mundo do sonho e tira-lhe seus conhecimentos já adquiridos, levando ele a uma nova experiência onde é dominado e obrigado a aprender como lhe é ensinado, não cabendo qualquer tipo de alegria em aprender e seus sonhos as tratados de forma desconsiderada.

     O ensinar deve ser mudado para o lúdico e o aluno respeitado e tratado como ser capaz que é, pois seus conhecimentos e seus pensamentos vão alem da imaginação, onde o sofrimento não existe e lúdico é sempre o centro de suas atenções.


     Ensinar sem alegria é torturar a quem vem com alegria para a escola, cheio de sonhos achando que tudo é brincadeira. Vem pronto para aprender, mas não é isto que vai fazer. Simplesmente vem para que sejam tirados seus conhecimentos, pensamentos e sonhos. O autor traz em sua obra a velha e já conhecida estória “O sapo”, que pode ser representado pelo aluno que acaba de chegar à escola em forma de príncipe que tudo sabe e muitos sonhos tem pela frente  em seu reino da fantasia onde tudo acontece a qualquer momento e num passe de mágica passa por uma transformação e todo seu saber já não lhe serve e tem de aprender tudo de novo de forma dura e rude mas afinal consegue superar os obstáculos ate se tornar o melhor, até o dia em que descobre que para aprender teve de esquecer muito do que já sabia e deixar para traz a melhor parte de sua vida deixando de ser criança que sonha e brinca. Agora na escola é o melhor, mas às vezes lembra do passado e nos sonhos que acreditava e continua preso a eles e se pergunta após alguns anos para que tanto aprender se a melhor parte de sua vida foi quando criança e sonhador dos seus próprios sonhos.
     
     Há necessidade de se achar um novo modo de ensinar onde não se tire o direito da criança de escolher como e de que forma quer aprender, pois é ela o centro da educação ou ao menos devia ser.

     Devemos concordar que a escola é uma maquina de ensinar e de fazer alunos padronizados onde todos devem aprender e pensar e agirem do mesmo jeito essa maquina de educar que parece ser tão inteligente parece não ter cérebro, pois não pensa nas crianças que entram todos os anos pela porta da frente da escola cheias de entusiasmo e com o passar dos anos, são cobradas a tirar boas notas para passarem de ano e assim por diante ate chegarem a faculdade depois ao primeiro emprego, e ao final de suas vidas sempre fará a mesma pergunta, para que e porque aprender tanta coisa se somos seres humanos cheio de sonhos e alegria em viver e de que adianta tanto aprender e tirar boas notas se não conseguimos esquecer o passado e é este que nos faz feliz. Cabe a escola ser o suporte e não uma maquina de ensinar, incapaz de pensar que já fomos crianças e temos em nossas mentes e no subconsciente, todos estes mesmos gostos pela aventura. A educação deve ser continuada aos recém chegados.

     As crianças às vezes são tratadas como animais que vão para o abate e serão transformadas em novos produtos de acordo com a necessidade do mercado, onde as brincadeiras não são vistas com bons olhos, quem sonha é visto com inútil, pois sonho não é a realidade e nem faz alguém juntar riquezas, não sabem os que pensam assim que sonhar faz o ser viver de modo a trazer para dentro de si todo o universo. De acordo com o autor a melhor maneira de sonhar para quem não é mais criança é poder contemplar uma, pois ela pode nos fazer lembrar como é viver de sonhos e alegrias. Os sonhos são tirados da vida e deixados de lado para se sonhar outras coisas que só interessam aos adultos e quando há grande preocupação principalmente na criação dos filhos, e mais tarde quando se é avô é já tiver contemplado estes sonhos é que se da conta e volta ao passado para pensar em seus sonhos de criança a procura da felicidade perdida, pois já não é mais criança. Culpa-se a escola por esta infelicidade, e cabe a ela transformar o ensino em algo em forma de sonho que possa ser assimilado ao lúdico para que estas crianças não precisem sair do seu mundo para que o seu saber seja compreendido e sejam transformadas pelo saber.

     Parece que hoje as escolas recebem príncipes e num passe de mágica as fazem virar sapos enquanto que o correto seria que lagartas, chegassem em casulos e borboletas pudessem sair a contemplar um belo jardim cheio de flores com seus belos vôos e pode ser feito pois crianças são seres inacabados que precisam de alguém que possa guia-las ao caminho do saber sendo este um saber da metamorfose, onde seus sonhos sempre serão seus sonhos e seus pensamentos e conhecimentos não serão esquecidos e com eles possam voar através do lúdico onde só o impossível acontece e vira realidade, assim como nosso querido Leonardo da Vinci, descrito pelo autor que deixou sonhos e estes não foram esquecidos e se fizeram realidade através de outra pessoas que vieram depois. O sonho é a essência da vida e do conhecimento presente em toda a extensão de nossas vidas.

     Nós os educadores não partilhamos as alegrias da profissão, quase nunca se vê um educador elogiando um aluno dizendo que este tenha feito um bom trabalho ou que tenha feito um texto perfeito, é preciso descobrir e encontrar um sentido para ser educar, dividir com os alunos as suas alegrias e seus sonhos, mostrar emoção na leitura de um poema, mostrar a gramática e a matemática como uma beleza que encanta uma paisagem, um ritmo ou uma melodia e sermos mais felizes e um pouco mais humanos. Na verdade não estamos aqui para cuidar nem de borboletas e nem de príncipes, mas de crianças que querem continuar crianças e não devemos tirar isto delas.

REFERÊNCIAS:
ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. 3ª edição, ARS Poética Editora ltda,1994.
STEINLE, Marlizete Cristina Bonafini. et. al. Instrumentação do trabalho pedagógico nos anos iniciais do ensino fundamental. In UNIVERSIDADE DO NORTE DO PARANÁ: Pedagogia: Módulo V. Londrina: UNOPAR, 2008.

Fonte: https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-educacao/3181239

MACIEJEWSKI JAIME VITAL
Enviado por MACIEJEWSKI JAIME VITAL em 25/08/2011
Reeditado em 29/09/2011










                               




quarta-feira, 25 de abril de 2018


Diferença entre CEIs, EMEIs, CEMEI, CEIIs e EMEBS na Ed. Infantil de SP



Na Educação Infantil, as crianças convivem e aprendem em ambientes adequados às suas necessidades e interesses, de acordo com sua faixa etária.

Os educadores promovem a convivência e o relacionamento com outras crianças e adultos, desde o primeiro ano de vida, como forma de garantir o direito das crianças a uma educação integral e de boa qualidade social, que respeite as necessidades da pequena infância. 

Na cidade de São Paulo, há cinco tipos de unidades públicas destinadas à educação infantil: 

– CEIs - Centros de Educação Infantil e Creches Conveniadas, para crianças de zero a 3 anos e 11 meses; 
– EMEIs - Escolas Municipais de Educação Infantil, que atendem crianças de 4 a 5 anos e 11 meses; 
– CEMEI - Centro Municipal de Educação Infantil, que recebe crianças de zero a 5 anos e 11 meses; 
– CEIIs - Centros de Educação Infantil Indígena, que integram os CECIs - Centros de Educação e Cultura Indígena, e trabalham com crianças de zero a 5 anos e 11 meses; e 
– EMEBS – Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos, que cuidam de crianças de 4 a 14 anos. 

CEIs - Centros de Educação InfantilEstas unidades educacionais são espaços coletivos privilegiados de vivência da infância. Elas contribuem para a construção da identidade social e cultural das crianças, fortalecendo o trabalho integrado do cuidar e do educar, numa ação complementar à da família e da comunidade. 

O trabalho educacional proporciona segurança, alimentação, cultura, saúde e lazer, com vistas à adequada inserção na sociedade, prevenção de doenças e conflitos familiares, promoção da saúde e proteção à infância. 

Os Centros de Educação Infantil (CEIs) atendem preferencialmente crianças de Berçário I, Berçário II, Minigrupo I e Minigrupo II. Em algumas unidades, há também os grupos de Infantil I e II. 

As turmas têm a seguinte proporção de número de crianças por educador: 

– Berçário I - até 7 crianças por educador;
– Berçário II - até 9 crianças por educador;
– Minigrupo I - de até 12 crianças por educador;
– Minigrupo II - até 25 crianças por educador; e
– Infantil I e II– até 30 crianças por educador.

CEIs Diretos 

São Unidades Educacionais com profissionais, edifício e bens móveis da Prefeitura, que atendem crianças de zero a 3 anos, em período integral. 

Creches Conveniadas 

Estas instituições mantêm convênios com a Prefeitura do Município de São Paulo. São entidades - associações e outras organizações - que mantêm Centros de Educação Infantil/Creches destinados ao atendimento preferencial de crianças de zero a 3 anos e 11 meses, da seguinte maneira: 

- Centros de Educação Infantil da Rede Pública IndiretaDurante o período do convênio, as entidades gerenciam o edifício e bens móveis da Prefeitura, para desenvolverem atividades correspondentes ao plano de trabalho específico, inclusive quando o imóvel é locado pela Secretaria Municipal de Educação. 

- Centros de Educação Infantil/Creches Particulares ConveniadasUnidades que desenvolvem atividades correspondentes ao plano de trabalho específico do convênio, em imóvel da própria entidade, a ela cedido, por ela locado com recurso financeiro próprio ou com verba repassada pela Secretaria Municipal de Educação para custear as despesas com as instalações. 

Nossa cidade conta com 1.600 CEIs e Creches Conveniadas. 

Como fazer convênios
 

As organizações interessadas em estabelecer convênio com a Secretaria Municipal de Educação devem consultar estes documentos: 
–Portaria SME 3.477, de 08 de julho de 2011, publicada no Diário Oficial da Cidade de 09 de julho de 2011 e demais alterações; 
–Portaria 5.473, de 19 de novembro de 2011, publicada no Diário Oficial da Cidade de 27 de outubro de 2011, com vistas ao atendimento das condições estabelecidas para a celebração de convênios no âmbito da Secretaria Municipal de Educação. 
Saiba mais sobre como fazer convênios.EMEIs - Escolas Municipais de Educação Infantil 

São Unidades Educacionais com profissionais, edifício e bens móveis da Prefeitura, que atendem crianças de 4 a 5 anos e 11 meses. Algumas Unidades Educacionais atendem Mini Grupos II. 

Na maioria das Unidades Educacionais, o atendimento acontece em dois turnos diurnos e, em algumas, há atendimento em período integral. 

A Secretaria de Educação administra 533 EMEIs, que reúnem 200.000 crianças. 

A formação das turmas tem a seguinte proporção de número de crianças por educador: 
– Minigrupo II - até 25 crianças; 
– Infantil I – até 30 crianças; e 
– Infantil II – até 30 crianças. 
Ao final desta etapa, as crianças ingressam no Ensino Fundamental I. 

CEMEI - Centro Municipal de Educação InfantilExiste um CEMEI em funcionamento na Diretoria Regional de Educação de Campo Limpo, que atende cerca de 700 crianças de zero a 5 anos e 11 meses. Já está prevista a construção de duas novas Unidades Educacionais, uma na Diretoria Regional de Educação - DRE Campo Limpo (Jardim Ângela) e a outra na DRE Capela Socorro (Cidade Dutra). 

CEIIs - Centros de Educação Infantil Indígena 

Os Centros de Educação Infantil Indígena (CEII) - Unidades Educacionais vinculadas aos Centros de Educação e Cultura Indígena (CECIs) Jaraguá, Tenondé Porã e Krukutu - oferecem atendimento às crianças guarani mbya de zero a 5 anos e 11 meses. 
Respeitando as escolhas da comunidade guarani com aldeias na cidade de São Paulo, as atividades são realizadas na língua guarani e organizadas por educadores indígenas das próprias aldeias, a partir de um calendário escolar que considera os ciclos da natureza e os ensinamentos tradicionais dos mais velhos. 
O currículo segue os processos próprios de aprendizagem desenvolvidos a partir dos interesses, dos hábitos e das crenças indígenas, ao mesmo tempo em que favorece o acesso dos educadores e das crianças guarani às informações e aos conhecimentos técnico-científicos da sociedade não indígena. 

EMEBS - Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos 

São Unidades Educacionais da Prefeitura que atendem desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos. Na Rede Municipal de Ensino de São Paulo, existem seis unidades de Educação Bilíngue para Surdos. 

Nestes espaços, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a primeira língua. Oferecem aos surdos, surdos com outras deficiências associas a surdez e surdos cegos, condições para que tenham acesso a todo o currículo de forma adequada e possam se desenvolver plenamente. 

Fonte: Secretaria Municipal de Educação de São Paulo   

http://www.contratandoprofessores.com/2016/05/entenda-diferenca-entre-ceis-emeis.html

quinta-feira, 23 de março de 2017

4 dicas básicas para elaborar resenhas


A resenha é a elaboração de um texto, onde se faz uma abordagem de um determinado objeto/assunto, seja de livros, filmes, músicas, peças teatrais dentre outros. A resenha deve conter uma análise e um julgamento de verdade ou de valor.

1 - Objetivo
O objetivo da resenha é apresentar o assunto analisado de forma sucinta, sendo essencial destacar, descrever e enumerar os aspectos importantes. 

2 - Devem constar
• O título
• A referência bibliográfica da obra
• Dados bibliográficos do autor da obra 
• O resumo, ou síntese do conteúdo
• A avaliação crítica final

3 - Definições de Resenhas
A resenha científica ou resenha acadêmica, apresenta uma síntese e uma crítica sobre um trabalho científico, e pode ser elaborada com base em leitura motivada por interesse próprio ou sob demanda.

A resenha de livros é uma forma de crítica literária, em que um livro é analisado com base no conteúdo, estilo e mérito. Muitas vezes, a resenha é baseada na impressão pessoal.

A resenha-resumo é um texto que se limita a resumir o conteúdo de um livro, de um capítulo, filme,peça teatral ou espetáculo, sem qualquer crítica ou julgamento de valor. Trata-se de um texto informativo, pois o objetivo principal é informar o leitor.

A resenha-crítica é um texto que, além de resumir o objeto, faz uma avaliação sobre ele, uma crítica, apontando os aspectos positivos e negativos. Trata-se, portanto, de um texto de informação e de opinião, também denominado de recensão crítica.

4 - Extensão da resenha
A extensão do texto-resenha depende do espaço que o veículo reserva para esse tipo de texto. Observe-se que, em geral, não se trata de um texto longo, “um resumão” como normalmente feito nos cursos superiores.





 Sugestões de leitura: Clique na imagem para consultar os preços 


A coleção Leitura e Produção de Textos Técnicos e Acadêmicos tem como objetivo suprir a falta de material didático para a produção dos gêneros textuais mais utilizados na escola e no meio universitário. O primeiro volume refere-se à leitura e à produção de resumos, gênero muito utilizado tanto em escolas de ensino médio como em diferentes atividades acadêmicas e profissionais. Nas universidades, por exemplo, eles são constantemente pedidos aos alunos por professores das mais diversas disciplinas. O segundo, Resenha, refere-se à leitura e produção de resenhas. Ao escolher esses dois gêneros para iniciar a coleção, assumimos que eles são muito utilizados tanto em diferentes atividades acadêmicas quanto em diferentes atividades profissionais. Material fundamental para o trabalho em sala de aula.

A coleção Leitura e Produção de Textos Técnicos e Acadêmicos tem como objetivo suprir a falta de material didático para a produção dos gêneros textuais mais utilizados na escola e no meio universitário. O primeiro volume refere-se à leitura e à produção de resumos, gênero muito utilizado tanto em escolas de ensino médio como em diferentes atividades acadêmicas e profissionais. Nas universidades, por exemplo, eles são constantemente pedidos aos alunos por professores das mais diversas disciplinas. O segundo, resenha, refere-se à leitura e produção de resenhas. Ao escolher esses dois gêneros para iniciar a coleção, assumimos que eles são muito utilizados tanto em diferentes atividades acadêmicas quanto em diferentes atividades profissionais. Material fundamental para o trabalho em sala de aula.

Depois de terem publicado Resumo e Resenha, neste 3o volume, Planejar gêneros acadêmicos, as autoras se concentram nas sugestões gerais de produção de diferentes gêneros acadêmicos/científicos, naquilo que eles têm em comum. Antes de qualquer produção acadêmica/científica, há um trabalho anterior a ser desenvolvido que envolve uma série de atividades. Se essas atividades não forem bem executadas, dificilmente se chegará a um produto final adequado. Essas atividades envolvem a busca de temas relevantes para a área em que o trabalho se insere, o levantamento e a formulação das questões e dos objetivos da pesquisa, a capacidade de construir representações adequadas sobre o contexto de produção e a capacidade de planejamento, tanto da organização global quanto dos conteúdos. Além disso, o livro enfatiza a importância da manutenção de um diário de pesquisa e sugerem formas de produzi-lo. Esse volume parte das mais recentes pesquisas sobre o ensino e aprendizagem de leitura e produção de textos e sobre as características dos gêneros aqui enfocados e faz parte da coleção Leitura e Produção de Textos Técnicos e Acadêmicos, que tem como objetivo suprir a falta de material didático para a produção de gêneros textuais utilizados na escola e nos meios universitários.

Fonte
http://minutoligado.com.br/tecnologia/eventos/resenha